Um corpo jogado no sofá em uma sala iluminada...um corpo. Quase um objeto.A vida? uma dádiva. Por um segundo vejo-a quase se indo, aos poucos, como quem quer ficar mas, " é tarde, preciso ir!". O Amor? até diria que é uma dor, se isso não fosse tão clichê, mas...o amor...um palpitar aleatório, uma solidão, quatro braços que se entrelaçam(vários braços), pernas que se cruzam. Exposto, naquele sofá, só um corpo. por dentro do corpo toda esta fábula salta, clama, grita num desassossego de quem vive a imaginar cores e sons.